
Pois é a onda do fazer de novo o que já foi feito, com roupagem nova, tá em alta. Filmes, séries, animes, novelas, livros, games, músicas. Coisa velha (corrijo rápido, velha é a mãe) tem virado novidade meio que num estalar de dedos. Quem não conhece Street Fight, a lendária saga de luta da Capcom? Fez sucesso nos anos 90, ressucitou alguns anos atrás com coletâneas repaginadas para o PS2 e já vem vindo para o PlayStation 3 com Super Street Fight 2 HD abrindo as cortinas para o Inédito Super Street Fighter 4. E o que dizer das coletâneas de The King of Fighters e Fatal Fury lançadas a rodo pela também lendária softhouse SNK/Playmore para o console de 128 bits da Sony? Apreciadores das obras, como eu, não nego, dizem hummm...que beleza!
Renasceram obras primas do cinema como Titanic (não torçam a cara), filmes de Hitkock, Os 300 de Esparta e tantos outros que não me lembro. Os noveleiros devem ter em mente que Irmãos Coragem, Anjo Mau, Mulheres de Areia ganharam novas versões. Pantanal ta aí, não é remake mas é reprise com nova plástica. Livros clássicos como os de Machado de Assis e Agatha Christie ganham capas mais bacanas. Quem não tem na prateleira da estante um The Best So Far ou um Greatest Hits de um artista famoso? Pois é, difícil achar quem não se cativa com um passado não muito distante, ou distante mesmo, dando um “olá, estou de volta pra vc me ter pra sempre” nas novas roupagens e embalagens que recebe de formas caprichadas.
Ah, as trilogias Matrix, Senhor dos Anéis e Guerra nas Estrelas! Os animes Os Cavaleiros do Zodíaco (ainda têm o sétimo sentido) e He-Man (ele tem a força)! As compilações musicais do tipo Greatest Hits e The Best so far...Ufa são tantas pra tantos gostos! Nesse elencar de obras artísticas do entretenimento, vezes parecendo puramente pra mercado faturar dinheiro, a gente acumula nas gavetas, nas prateleiras da estante ou do armário um pedaço de passado, um tanto de arte, um bocado de satisfação, uma porcentagem de felicidade. E com os remakes, reloads, reprises e coletâneas a gente deixa vivo o que vale muito a pena estar em voga ou porque é bom, ou porque faz um bem do caramba ou porque simplesmente gostamos. Demais! Clássicos são eternos porque vira e mexe têm remakes, reloads (reprises) e coletâneas.
Renasceram obras primas do cinema como Titanic (não torçam a cara), filmes de Hitkock, Os 300 de Esparta e tantos outros que não me lembro. Os noveleiros devem ter em mente que Irmãos Coragem, Anjo Mau, Mulheres de Areia ganharam novas versões. Pantanal ta aí, não é remake mas é reprise com nova plástica. Livros clássicos como os de Machado de Assis e Agatha Christie ganham capas mais bacanas. Quem não tem na prateleira da estante um The Best So Far ou um Greatest Hits de um artista famoso? Pois é, difícil achar quem não se cativa com um passado não muito distante, ou distante mesmo, dando um “olá, estou de volta pra vc me ter pra sempre” nas novas roupagens e embalagens que recebe de formas caprichadas.
Ah, as trilogias Matrix, Senhor dos Anéis e Guerra nas Estrelas! Os animes Os Cavaleiros do Zodíaco (ainda têm o sétimo sentido) e He-Man (ele tem a força)! As compilações musicais do tipo Greatest Hits e The Best so far...Ufa são tantas pra tantos gostos! Nesse elencar de obras artísticas do entretenimento, vezes parecendo puramente pra mercado faturar dinheiro, a gente acumula nas gavetas, nas prateleiras da estante ou do armário um pedaço de passado, um tanto de arte, um bocado de satisfação, uma porcentagem de felicidade. E com os remakes, reloads, reprises e coletâneas a gente deixa vivo o que vale muito a pena estar em voga ou porque é bom, ou porque faz um bem do caramba ou porque simplesmente gostamos. Demais! Clássicos são eternos porque vira e mexe têm remakes, reloads (reprises) e coletâneas.
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