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Dia da Mentira

Muito se ouve que mentira tem perna curta e nessa de se acreditar em tudo o que se escuta tem gente deixando de captar as mentiras de perna longa que nos ronda sorrateiras dia-a-dia afora.  O mundo é uma bola mas tem tanta gente quadrada nele que fica meio duvidoso acreditar que ele é redondo. Homem que é homem não chora. Ah, se não chorássemos! Quem não chora não mama. Mentira de amor não dói, mentira safada! Tem mentira na tv, nunca passam todos os filmes inéditos, nem tão inéditos, que prometem no início do ano. Mentira musical, quantos "garranchos" por aí se auto-denominando música! E a mentirada política? Brasília é um mentiródromo.  Eu gosto disso quando na verdade gosto daquilo. Beltrano gosta daquilo quando na verdade gosta disso. Tem gente mentindo até pra si mesmo quanto a gostos peculiares. Um quê de verdade nesse esboço pouco mentiroso é que quem mente é mentiroso de carteirinha e quem não mente também é mentiroso porque vez ou outra mentiu ao dizer...
Postagens recentes

Avatar, um filme de recordes

Ingressos esgotados, filas gigantes, salas lotadas. Ninguém nega: Avatar é um fenômeno, Avatar é uma febre. Rotulado como o filme mais caro da história do cinema, com um orçamento estimado em Us$400 milhões(site Baixaki), já é a segunda maior bilheteria de todos os tempos ficando atrás apenas do colossal Titanic. Ambas as obras primas são assinadas por James Cameron, um nome de expressão no cenário holywoodiano quando o assunto é quebra de recordes. Em Avatar Cameron nos leva a Pandora, o mundo maravilhoso dos Na'vi, seres humanóides primitivos imersos em crenças e tradições ancestrais ligadas à natureza local. Só que Pandora tem algo muito valioso debaixo de seu solo, o que desperta a cobiça de alguns terráqueos. Uma missão é montada com destino ao planeta levando Jake Sully, fuzileiro naval paraplégico. Cabe a ele infiltrar na comunidade Na'vi controlando por meio de projeção de consciência um avatar, ser geneticamente modificado. O soldado conhece uma nativa que lhe ens...

Viva!

Que no próximo ano caminhemos mais até a padaria e subamos mais escadas. Leiamos mais livros. Tomemos mais suco de frutas ao invés de refrigerante. Comamos mais salada e comida caseira ao invés de congelados e hambúrgueres.  Que no próximo ano façamos mais amigos sem esquecer dos que deixaremos quando seguirmos outras rotas. Acertemos a mira quando jogarmos algum papel de bala na lixeira.  Que digamos mais bom dia, boa tarde, boa noite, me desculpe e muito obrigado. Tenhamos mais coragem de dizer "eu te amo" pros que amamos de verdade. Abracemos mais, beijemos mais, ousemos mais, dancemos mais, viajemos mais. Mais cores, mais risos, mais idas ao bar e ao cinema, mais passeios na praça, menos correria.  Que sejamos mais livres, despojados, alternativos e versáteis. Que o ano novo seja "10" e outras notas mais pra todos nós, na carteira e no placar.

Uma cidade que eu gosto

A cidade que eu gosto tem Palácio das Artes, Praça da Liberdade, Pirulito da Praça Sete e Rua do Amendoim. Tem Igrejinha na Lagoa e um Mercado Central sem igual. Tem Mirantes pra apreciar coisas, pessoas, paisagens e os lugares onde gosto de estar.   A cidade que eu gosto tem gente bonita e comida gostosa. Tem contornos modernos, montanhas ao redor, grutas, serras, clima de aventura. A cidade que eu gosto tem horizontes belos que fazem parte do meu mundo, da minha realidade, da minha história. A cidade que eu gosto é sempre um belo horizonte pra se olhar. É BH!

Atividade Paranormal arrepia

"O que acontece quando você está dormindo?" Muitos que viram o filme talvez queiram responder "não sei e nem quero saber". Considerado pela crítica americana como aterrorizante, o mais amedrontador dos últimos tempos, Atividade Paranormal bebe da fonte "furreca" de filmagem, utilizada no também assombroso "A Bruxa de Blair", para congelar a espinha e tornar ainda mais tenso o clima na sala de cinema.  Não tem música nem trilha sonora de suspense, só som ambiente: passos, sussurros, estrondos, ruídos, gritos. Se presencia tudo por uma câmera instalada num canto do quarto com campo de visão para o corredor e para alguns outros cômodos escuros mais ao fundo onde coisas pra lá de bizarras acontecem. No fim da sessão dá pra notar que o filme não é um filmezinho de terror qualquer, a maioria da platéia sai em frangalhos. Eu mesmo tive que ouvir horas de músicas para esquecer algumas cenas pra lá de sinistras . Ainda bem que o sol clareia tudo no...