Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de dezembro, 2009

Viva!

Que no próximo ano caminhemos mais até a padaria e subamos mais escadas. Leiamos mais livros. Tomemos mais suco de frutas ao invés de refrigerante. Comamos mais salada e comida caseira ao invés de congelados e hambúrgueres.  Que no próximo ano façamos mais amigos sem esquecer dos que deixaremos quando seguirmos outras rotas. Acertemos a mira quando jogarmos algum papel de bala na lixeira.  Que digamos mais bom dia, boa tarde, boa noite, me desculpe e muito obrigado. Tenhamos mais coragem de dizer "eu te amo" pros que amamos de verdade. Abracemos mais, beijemos mais, ousemos mais, dancemos mais, viajemos mais. Mais cores, mais risos, mais idas ao bar e ao cinema, mais passeios na praça, menos correria.  Que sejamos mais livres, despojados, alternativos e versáteis. Que o ano novo seja "10" e outras notas mais pra todos nós, na carteira e no placar.

Uma cidade que eu gosto

A cidade que eu gosto tem Palácio das Artes, Praça da Liberdade, Pirulito da Praça Sete e Rua do Amendoim. Tem Igrejinha na Lagoa e um Mercado Central sem igual. Tem Mirantes pra apreciar coisas, pessoas, paisagens e os lugares onde gosto de estar.   A cidade que eu gosto tem gente bonita e comida gostosa. Tem contornos modernos, montanhas ao redor, grutas, serras, clima de aventura. A cidade que eu gosto tem horizontes belos que fazem parte do meu mundo, da minha realidade, da minha história. A cidade que eu gosto é sempre um belo horizonte pra se olhar. É BH!

Atividade Paranormal arrepia

"O que acontece quando você está dormindo?" Muitos que viram o filme talvez queiram responder "não sei e nem quero saber". Considerado pela crítica americana como aterrorizante, o mais amedrontador dos últimos tempos, Atividade Paranormal bebe da fonte "furreca" de filmagem, utilizada no também assombroso "A Bruxa de Blair", para congelar a espinha e tornar ainda mais tenso o clima na sala de cinema.  Não tem música nem trilha sonora de suspense, só som ambiente: passos, sussurros, estrondos, ruídos, gritos. Se presencia tudo por uma câmera instalada num canto do quarto com campo de visão para o corredor e para alguns outros cômodos escuros mais ao fundo onde coisas pra lá de bizarras acontecem. No fim da sessão dá pra notar que o filme não é um filmezinho de terror qualquer, a maioria da platéia sai em frangalhos. Eu mesmo tive que ouvir horas de músicas para esquecer algumas cenas pra lá de sinistras . Ainda bem que o sol clareia tudo no...