
O novo é aquela lagarta que acabou de virar borboleta saindo a polinizar as flores. É o pássaro que fez um vôo razante para algum lugar do horizonte pela primeira vez. O novo é o rio que corre ladeiras, corta trilha de rochas para se tornar maior e mais fascinante como o mar. O novo é a página em branco que temos todos os dias para desenharmos a nossa vida, o sol trazendo a lua e a escura noite trazendo o dia claro.
O novo é caixinha de surpresa, presente de natal, frio na barriga, tateios no escuro à procura do acendedor. É o renovo, de novo as asas, o vôo razante, a corredeira fascinante, a página em branco do minuto seguinte, das horas à frente, do dia seguinte. O novo é segunda chance para todos serem mais inteligentes e menos idiotas.
O novo é caixinha de surpresa, presente de natal, frio na barriga, tateios no escuro à procura do acendedor. É o renovo, de novo as asas, o vôo razante, a corredeira fascinante, a página em branco do minuto seguinte, das horas à frente, do dia seguinte. O novo é segunda chance para todos serem mais inteligentes e menos idiotas.
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